Tô apaixonada. Domingo de tarde, um mau humorzinho chato, eis que surge a idéia do Café.
Depois de passar pelo lindo Museu (o Abílio Barreto é muito lindo, rola tipo uma pracinha em volta de tudo, coisa mais fofa), chegamos ao café, que fica no segundo andar do prédio.
Pequeno, com mesas bacanas na janela e uma redonda maior no fundo embaixo dum lustre lindo, o ambiente é tudo de bom. Muito bonito, num climinha bar-pub-café-restaurante ótimo.
O menu tem várias opções que se encaixam muito bem em qquer ocasião (bar-pub-café-restaurante) e gostei do formato dele (isso é meu lado designer falando).
O garçom explica os pratos do dia, que não estão no cardápio, e parecem maravilhosos.
O preço é bem salgado (a média de pratos individuais é de 35,00), mas vale a pena.
Quando a comida chega, a surpresa: Tem caviar no meu salmão! Pheeeno!!! Comida ótima, porção bem servida, ambiente tranquilo, pessoas educadas e tem jazz de noite! Amei.
Café do Museu (5 estrelas! Pheeeno!)
Avenida Prudente de Morais, 202
Cidade Jardim
(eu vou muito ao Pátio Savassi, como já devem ter notado…)
Todas as vezes que saio do cinema, passo em frente ao Parrilla (é com 1 ou 2 l’s? alguém??) e dá aquela vontade de experimentar… O lugar é bem bonito, enorrrrme e bem famosinho.
Chegamos, ainda era cedo e o restaurante estava vazio, e fomos muito bem recepcionados por um dos garçons, que nos explicou o menu.
(eu achava que o Parrilla tinha rodízio… Não tem!)
Pedimos de entrada uma batata com queijo…. hum… esqueci o nome do queijo fino (gruyere?) mas enfim, a batata chegou em 2 minutos! Não estou exagerando! Tipo, pedimos pro garçom, ele foi lá no balcão e voltou com a batata!!!
Depois decidimos provar o famoso Bife Parrillero (sei lá se é assim que escreve tb) e pedimos fritas pra acompanhar (haha). O Bife também chegou bem rápido (mas nada supera o recorde da batata) e estva bem gostoso, no ponto que eu gosto (o “ao ponto” de lá, é o mal passado de outros lugares, a carne chega vermelhinha… nham.) e as fritas estão entre as melhores que eu já comi.
Foi uma experiência bastante agradável, só tenho 1 coisa de chatice pra reclamar de lá: As músicas que tocam ao fundo são péssimas!!! Coisas do tipo Roupa Nova… e outras bandas velhas e barangas que eu não sei o nome… Ow, nada a ver com o lugar!!!
Parrilla del Patio
Pátio Savassi – Avenida do Contorno / 3º andar, 6.061
Meu relacionamento com o Graciliano tem altos e baixos…
Logo de cara, achava o lugar charmosérrimo, lindo demais (principalmente o do Lourdes), mas aí passei a frequentar e algumas coisas incomodam.
Almoço muito na loja do Pátio, e fui lá esses dias. O ambiente é ótimo, eu AMO as lantejoulas e pedrinhas grudadas no papel de parede, super over, lindo demais. Adoro também os pratos gigantes, um sushi de salmão marinado que só tem lá, os sucos (principalmente o de frutas vermelhas) e sobremesas (em buffet, carérrimo, mas liiiindo e delicioso demais).
Mas a comida me divide bastante. Sempre tem um chef (em todas as filiais que conheço) que explica o que é cada prato, o que é uma ótima idéia, pq vc nunca iria imaginar o que são. Eles têm umas coisas criativas, coisas como “purê de damascos com alho poró”, mas aí que está o problema.
O que acontece, é que normalmente, os olhos se enchem e a boca saliva ao ouvir as explicações do chef (que sempre complementa sua descrição com observações do tipo “que está maravilhoso” “o melhor que temos hoje” “imperdível”), mas quando chega a hora de provar… Não funciona.
São raras as vezes em que a comida realmente é boa, o que é uma pena, pois tudo parece que vai ser ótimo.
Dessa última vez, resolvi simplificar e coloquei apenas 3 variedades no meu prato. Deu certo!
Eu acho que o problema é que o tipo de comida que eles servem não é muito indicado para self services. A gente se empolga e vai misturando o pure de batata baroa e framboesa com o tutu de camarão e alho poró e arremata com lombo barbecue… Aí já viu…
Escolha bem, prepare o bolso e prove do suco!
Graciliano
Rua Marília de Dirceu, 40
Lourdes
e
Pátio Savassi, saída da R. Lavras