Não se deixem enganar pelo nome, pq de fina essa loja não tem nada.
Fui até lá na manhã após meu baile de formatura, atrás de sapatos para minha mãe usar no meu casamento. Eu não tinha dormido, então estava ainda mais chata que o normal.
A roupa da minha mãe é bem não convencional. O vestido não é longo e os acessórios combinam mas não são o que vc esperaria, o que é bem legal.
Olhando os sapatos, chegamos à conclusão de que o que ela gostou não combinava com o resto da produção. Minha mãe na dúvida, eu dizendo que deveríamos olhar em outras lojas, as vendedoras simpáticas chamam a “consultora de moda” da loja. Vem uma senhora cheinha, de legging estampado, blusa capinha de butijão e cabelo vermelho fogo (acho que ela acha que é a Patricia Field). Explicamos a produção e ela concorda que o sapato não combina, mas o problema não era o sapato. Era a bolsa (que levamos pra olhar a cor junto ao sapato), que “me desculpem”, era pobre. PQP minha senhora!!!!!!! Quem, em sã consciência, diz a duas clientes em potencial (uma delas com um sério problema de descontrole perante sapatos – eu), que a bolsa delas é pobre?????????? O QUE OBVIAMENTEEEEEE NÃO ERA O CASO, NÉ MEU AMORRRRRRR….
Enfim, eu, puta, viro e falo: É, vc acha?
ela: acho. Olha só, isso aqui tinha que ser da msm cor do resto
eu: engraçado, a gente gosta assim, pq aí fica diferente do comum
ela: e ela nem é de couro
eu: pois é, não é bacana? a gente amouuuu a bolsa.
e saio. pq pqp, não vou bater boca com a sra cabelo de fogo pq ela achou a bolsa bacanérrima pobre.
Pobre, minha senhora, é a identidade visual de sua loja de calçados, que no logotipo tem… um sapato!!!! ooooooo que original… O trabalho de vitrine e iluminação tb… lindões.
Então, dona Selma-consultora-de-moda-Prado, aprenda por favor a tratar bem suas clientes, que não têm que ter o mesmo gosto que você e muito menos ouvir o que você acha da bolsa, que foi comprada pq é ótima. Tato, por favor. E até nunca mais, pq na Schutz me tratam bem.