Como vocês já perceberam, Dove está patrocinando o blog há algumas semanas. Já falei da nova campanha e do antitranspirante Invisible Dry, mas hoje eu queria mostrar um pouquinho do que aprendi nas conversas que tive antes de fechar essa parceria com a marca. Eu não sei se vocês sabiam disso, mas Dove nasceu nos anos 50!! Eu não fazia ideia! E fui pesquisar um pouquinho e acabei encontrando um monte de anúncios antiguinhos, que eu AMO ver!! Olha esse:
Hahaha! Os passarinhos eram super presentes, né? Dove é o nome de um pássaro, por isso a gente tem até hoje a silhueta dele nas embalagens de todos os produtos da marca. Nesse outro comercial, ele até conversa, olha que fofo:
Produto diferente né? Acredito que não exista mais (aqui no Brasil não tem!), mas Dove sempre levou a sério essa filosofia de ser uma marca de beleza, que trata a pele e ajuda a gente a se sentir sempre bonita, para todos os seus produtos…

E sempre tentando buscar novas maneiras de fazer isso, a marca descobriu que grande parte das mulheres acredita que poderiam melhorar o seu potencial de beleza, mas não fazem nada para isso. Gente!!! Comassim?? Hahahah!
Então tá rolando uma discussão no Face de Dove, que pergunta: O que faz com que essas mulheres não busquem a sua real beleza? Vamos pitacar?

Eu não tinha entendido muito bem a cara de nojo que minha irmã fez ao me mostrar o colar na foto aí de cima… Achei bonito, diferente, bem do tipo dos colares que eu gosto, na verdade… Até que ela me explicou: ele é feito de cabelo! Cabeloooo!!! Iwwwww!

Tive que ir atrás de mais informações, porque né… E descobri que o tal colar faz parte da coleção de formatura de Kerry Howley, uma estudante de design de jóias da Middlesex University, em Londres. Em seu site, ela explica que a proposta da coleção era fazer com que as pessoas se sentissem atraídas por algo que normalmente causa repulsa, no caso, o cabelo humano (o cabelo usado nas peças era da mãe de uma amiga!), que causa nojo na maioria das pessoas depois que não está mais preso à cabeça do dono (mas num é verdade?).

Bom, não sei a reação de vocês, mas pelo menos comigo Kerry conseguiu cumprir direitinho seu objetivo! A coleção ficou famosa graças a um prêmio que Kerry ganhou, o Arthur Silver Award 2011, do Museum of Domestic Design and Architecture’s (MoDA), e ela é notícia em vários veículos ingleses… Kerry, sensacional, mas vamos fazer uma coleção dessas com fios, sei lá, de cobre? Ouro? Eu compraria!

Fui passar férias na França e já tinha anotado no roteiro conhecer a Cinémathèque Française e aproveitar para fazer um post especial pro Chata. Qual foi a minha surpresa ao entrar no site da Cinémathèque e ver que atualmente há uma exposição especial sobre Stanley Kubrick, um dos maiores diretores (e loucos, neuróticos, obsessivos compulsivos etc.) que o cinema mundial já conheceu? Não podia perder de jeito nenhum!

A exposição foi concebida em Frankfurt, na Alemanha, no Deutsches Filmmuseum em 2004 e já passou por outras cidades do mundo (como Berlim e Roma) antes de chegar à Paris, e tem de tudo um pouco: partes diversas dos roteiros originais, folhas de continuidade, material de pesquisa, maquetes, figurinos, pedaços de cenários, vídeos com depoimentos, documentários, equipamentos especiais desenvolvidos para filmes específicos… Uma loucura, principalmente para quem é fã!

Dentre tudo de maravilhoso que tinha na exposição, o que mais gostei foi do figurino das gêmeas e dos machados usados em “O Iluminado” (deu o maior medão, hahaha!), da maquete da sala de guerra de “Dr. Fantástico” (adoro maquetes), do sofá em forma de boca e algumas peças do filme “Lolita”, e fiquei realmente maravilhada com o Oscar que Kubrick recebeu de Melhores Efeitos Especiais por “2001 – Uma Odisséia no Espaço”. Sinceramente? Nunca imaginei que algum dia na minha vida veria um Oscar assim, tão de pertinho! Sensacional!

E a exposição também conta com muitas curiosidades, pelo menos para mim! Por exemplo, todo o material de pesquisa que Kubrick fez ao longo de anos na tentativa de realizar um filme sobre Napoleão, projeto que infelizmente nunca saiu do papel. Não acreditava na quantidade de material que Kubrick conseguiu juntar! Ele mandou fazer uma espécie de arquivo, parecido com aqueles de guardar fichas de papel, que as bibliotecas usavam (ainda usam?) antigamente, para arquivar anotações de tudo o que ele descobria ano a ano. É muita loucura e obsessão numa pessoa só!

Se alguém está em Paris ou vai para lá brevemente – e gostar de Kubrick e Cinema, claro – o programa é imperdível! A exposição fica em cartaz até o dia 31 de Julho. Mas, se alguém for depois dessa data, não precisa ficar muito triste não! Em outubro começa outra exposição sensacional, dessa vez sobre o filme “Metrópolis”, de Fritz Lang. Nem preciso dizer que estou coçando de vontade de ir, né? E sempre fico me perguntando: por que que exposições tão maravilhosas assim não chegam ao Brasil?
Que engraçado dar de cara com esse video no meio desse sábado preguiçoso… Historinha fofa, que envolve três cidades que estive esse ano:
Só achei o local do encontro pouco romântico!! Ela mora em Paris, ele em NY e eles se encontram… Em Londres?? Poxa!! Hahahah! Deviam ter ido pra Itália, sei lá =)
O video foi todo feito num celular, o Nokia N8, acreditam? Foi o vencedor de um concurso promovido pela marca. Dá pra ver um pouquinho do making off aqui:
Imagina quantas mil horas ficaram editando isso?? Muito bom!!