
Quem ainda não esteve nos EUA, deve se preparar para um sabor diferente do que estamos acostumados na hora de tomar um café… É que os americanos não parecem ser tão fãs da bebida, pelo menos não como a gente está acostumado! O café é ralo, beeeem fraquinho, por isso o trocadilho (haha): é chafé!

Pra dizer a verdade, eu até gosto do hábito americano, porque não sou muito chegada num café, mas dessa vez marido veio e ele reclamava a cada copo que provava, heheh… Aí um amigo que mora por aqui nos levou para tomar café de verdade, no Blue Bottle, em Williansburg.

O lugar é todo charmoso: os grãos são torrados lá mesmo, numa área grande do fundo, e cada café é feito direto no copo, com filtro e tudo, bem igual na casa da gente mesmo (ou, na casa de quem faz café, porque eu nunca faço, ha!). E é café de verdade, marido aprovou =) Eu também provei um cookie feito com chocolate de uma chocolateria que fica lá pertinho, mas isso já é outro post (ah, o cookie tava óóótimo, provem!). Eu fui na loja que fica na 160 Berry Street, mas tem várias, é só procurar no site!

Sabe quando você já ouviu falar de um lugar, sabe que ele existe e tal, mas nunca deu bola? Pois eu era assim com a Anthropologie, uma loja que eu já “conhecia” de nome há um tempo, mas nunca tinha tido a curiosidade de entrar. Mas Thássia estava aqui em NY há pouco tempo e fez um post falando que amava a loja, e lá fui eu entrando na Anthropologie assim que vi uma no meu caminho. E deu pra entender, viu Thássia? Que loja fofa!!!!

Assim, na verdade, achei meio riponga à primeira vista: a música era quase country, tudo de madeira meio desgastada, as roupas de tons quase neutros, sabe? Mas depois de uns cinco minutos lá dentro, mais precisamente na hora em que achei a primeira estante com objetos de decoração e livros, entendi!!! Os livros são todos charmosinhos: guias de estilo, livros de receita, de jardinagem… Em volta de cada estante, que costuma seguir um tema (fiquei um tempão na de livros de viagem, queria tudo!), ficam objetos que se relacionam com aquilo, tipo um monte de pratos e tijelas fofas, junto com panos de prato caríssimos (haha), porta pratos e tudo mais que você pode imaginar, estrategicamente colocados ao lado dos livros de culinária, óbvio! Ah sim: as roupas não fazem tanto o meu estilo… Bom, pelo menos não no preço que vi por lá, heheh!

Depois de um tempo dá vontade de redecorar a casa toda, mas eu me lembrei do excesso de bagagem da outra viagem (não recomendo, afffff) e me contive. Trouxe apenas cinco puxadores com carinha de vintage, que combinam sem combinar, sabe? Vou tentar deixar a minha penteadeira mais charmosa trocando os dela por esses! Comprei também um livro que está fazendo sucesso por aqui (acho que já li sobre ele em umas três revistas): Parisian Chic, um guia de estilo inspirado nas francesas, e uma coisa MUITO legal, que já estou usando e foi uma ótima compra: um diário de viagem! Todo lindinho, com páginas para contar como foi cada dia, todas personalizadas, muito bonitinho! Além de um perfuminho de baunilha, que é meu cheiro favorito desde sempre, e tem a embalagem bem fofa (quero colocar vários numa bandeja em cima da penteadeira… Mas preciso achar a bandeja, hehe).
A boa notícia é que a marca tem um site igualmente charmoso, e eles entregam no Brasil!! Alguém já comprou? Chega direitinho? Acho que virei cliente, hahah!

Sempre gostei da estilista Betsey Jonhson, mesmo antes de ver as peças desenhadas por ela. Betsey é muito engraçada, e é só assistir a um de seus desfiles para ver que seu bom humor está presente em tudo, até na hora de agradecer ao público no final… Betsey costuma entrar dando estrela na passarela, hahaha… Me divirto.
Aí que ano passado o Plaza, aquele hotel humilde de NY, que fica naquela região horrorosa que beira o Central Park, foi reformado, e resolveram chamar a Betsey para desenhar um dos quartos, no caso, o quarto Eloise, que tem esse nome por causa de uma série de livros infantis que contam a história de uma menininha que morava no Plaza Hotel.

O resultado é essa explosão de cor de rosa + listras + florais + dourado, uma versão vida real de todos os quartos de princesa que já vimos nos desenhos animados! O sonho de qualquer menina né? Mas tem que ser menina rica para poder realizar, viu? A diária sai por $995 (dólares!), e apesar de dar direito a mil brindes (um livro, uma câmera e um robe temáticos e um vouvher de $100 na lojinha Eloise, também recentemente inaugurada), é puxada, né? Se os pais não suportarem tanto cor de rosa, ainda podem alugar uma suite ao lado, ganhando assim trufas, champagne, e uma conta de $2,045 por noite.
Quem animar, espere até o dia 16 de Agosto para embarcar, pois esta é a data de inauguração do quarto fofo. Ah, e me leva?
Aproveitando que estou de viagem marcada para NY e como Lú foi passear por lá recentemente, resolvi escrever o post de hoje sobre filmes que mostram um pouco (ou muito) da Big Apple!

O primeiro nome que me vem à cabeça quando penso em Cinema + NY é Woody Allen. Acho que nenhum diretor até hoje amou e mostrou tanto uma cidade em seus filmes. No cinema de Allen, NY é mais que um cenário ou palco: é um personagem importante! O diretor já fez vários filmes na cidade e dá pra ver uma diferença muito grande entre esses filmes e os filmes que foram realizados em outros países. Alguns escritores e críticos de Cinema até apontam os filmes “Manhattan”, “Annie Hall” e “Memórias” como uma “trilogia de NY” do autor, o auge do amor de Woody Allen pela cidade.
Mas não é só Woody Allen que proporciona cenas ou seqüências inesquecíveis em NY. A cidade já foi usada para rodar sei lá quantos filmes (pelo que entendo, além de toda a questão estética da cidade, os prefeitos sempre facilitam as filmagens lá! Porque, afinal de contas, quer chamariz melhor?). Uma cena que SEMPRE me vem à cabeça é a do Tom Cruise em uma Times Square VAZIA em “Vanilla Sky”! Achei muito impressionante! Outra seqüência que me marcou muito tbm foi a de Arnold Schwarzenegger entrando de cavalo e tudo no hotel Marriot Center em “True Lies”!
Principalmente porque fui a NY em 1995 e fiquei hospedada justamente no Marriot! Não vou esquecer disso NUNCA, hahaha! Também adoro a NY desprovida de humanos, destruída e meio caótica e selvagem de “Eu Sou a Lenda”. Ver Will Smith caçando entre carros abandonados e plantas crescendo desordenadamente nas ruas da cidade é memorável!

Que mais? “Bonequinha de Luxo”! Não tem como pensar em NY e não lembrar desse filme! “Esqueceram de Mim”! Hahahaha! Adooooooro! Ah! Tem também todos os filmes de catástrofe ou de monstros, que teimam em destruir NY, principalmente a Estátua da Liberdade: “Cloverfield”, “Godzilla”, “O Dia Depois de Amanhã”, e por ai vai! Lembrei de outro super impactante: o final de “O Planeta dos Macacos” (o original, porque não gosto da refilmagem do Tim Burton). Tem até filmes que mostram uma NY futurista, como “O Quinto Elemento” (acho que é o filme preferido do marido! Rs). E, claro, não poderia deixar de falar de uma animação que tem TUDO a ver com NY: o segmento de George Gershwin de “Fantasia 2000”, “Raphsody in Blue”. Sensacional!
Ufa! Por ora estou lembrando desses, mas sei que são muuuuuuitos outros! Quem me ajuda a lembrar de mais alguns?
